MÁGOAS DE UM POETA
Eu não me atento aos atentados do meu ego,
Sou apenas no mundo o divisor das àguas:
Sou um poeta nato, isso eu não nego...
Não nego quem eu sou, mas sou um rio que as águas
Do rio vão descendo no olhar de um jovem
Escrevendo nalma o doce da poesia;
Quebrando se nas pedras lúdicas, imóveis
Que a correnteza não subestimaria...
Sou as águas que correm, no meu vil destino,
Das fúrisas insanas as que mais comovem
São escritas nas laudas dos meus desatinos.
Eu sou nada; sou tudo: apenas um ser,
Um mais um que sonha, que pensa, que se move
Pensando na vida sonhando em crescer.
Geralso altoé
Poetaaltoe@gmail.com
poetaaltoe
Enviado por poetaaltoe em 24/05/2024