QUANDO ESTOU EM TRANSE
Vês-me aqui, nada te importas?
Sigamos aquela seta:
Detrás daquele monte há um luar:
Ali eu sou um poeta:
E a pálpebra da noite se fechado;
Converso com a lua, beijo estrelas,
E a tua imagem ali eu posso vê-la
Fitando meu olhar.
Aqui não sou mais eu, sou a poesia,
Sou perfumes de amores sussurrados,
Sou eu aquele vergel, aquele prado,
Aquele doce afago, sou canção,
Sou virtual em mim em que me empresto
Às minhas emoções.
Serra 05 de outubro de 2026
poetaaltoe
Enviado por poetaaltoe em 05/10/2026
Alterado em 07/10/2026